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Archive for the ‘Química’ Category


Participe da pesquisa sobre a inclusão na sua universidade.

Química acessível

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Pessoal, esse é o canal dos seminários do programa de pós-graduação em que fiz meu mestrado. Queria muito que todos conhecessem e assinassem para dar aquela força e publicidade pelas redes sociais. Sintam-se à vontade em compartilhar qualquer vídeo por lá publicado!

https://youtube.com/channel/UCWBssi0gjfFJj_6KQ0mAFTw

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26/05/2008

A matéria-prima para a fabricação do plástico é o petróleo, um recurso não-renovável. Ou seja: reciclar as sacolas significa economizar petróleo. “Quando jogamos plástico fora, estamos jogando petróleo no lixo”, diz o presidente do Instituto Brasil Pnuma, Haroldo Mattos de Lemos. Atualmente, 4% do petróleo mundial é destinado à produção de plásticos.

Francisco de Assis Esmeraldo, presidente do Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos (Plastivida), resume o trabalho da instituição com três “Rs”: reduzir, reutilizar e reciclar. A primeira proposta seria uma medida de curto prazo. Esmeraldo explica que se as sacolas plásticas distribuídas pelo comércio estivessem dentro das normas, ou seja, suportassem os seis quilos exigidos, o consumo seria reduzido. Para isso, a Plastivida lançou em abril uma campanha pela qualidade das sacolas disponíveis no mercado. “Estimamos que, em um ano, haverá redução de 30% do consumo”.

Outra redução possível está em adotar medidas já existentes na Europa, como cobrar pela sacola plástica, o que obrigaria a reutilização. Como ficaria o lixo doméstico? Haroldo de Lemos diz que seria necessário fazer um estudo para saber o que sairia mais barato: reutilizar a do mercado ou comprar a própria para lixo.

O segundo R, a reutilização, pode estar nos hábitos mais simples do dia-a-dia, como usar a sacola do mercado para colocar o lixo doméstico. “As empresas de coleta de lixo não aceitam que se jogue o lixo de qualquer jeito, porque dificulta o recolhimento. As sacolas prestam um serviço de acomodar bem o lixo”, aponta Haroldo de Lemos. Ele destaca que o hábito ajuda a reduzir a emissão de gases causadores das mudanças climáticas, retardando o processo de decomposição do lixo.

Na opinião do presidente da Plastivida, as pessoas mais pobres são as que mais reutilizam as sacolas: “Usam para forrar gaveta, fazer pipa e outros brinquedos para as crianças, além de acondicionar o lixo”. Campanhas de reutilização são uma arma para redução do consumo. “Lançaremos as sacolas plásticas retornáveis ou as chamadas ecológicas, que podem ser de pano, papel ou nylon. As plásticas serão mais resistentes.”

O último R é o da reciclagem. Para o Francisco Esmeraldo, esta é uma questão que passa pela coleta seletiva do lixo, que considera um grande desafio. “Menos de 7% dos municípios brasileiros têm coleta seletiva”, revela. De acordo com dados do Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), em 2006, o Brasil consumiu cerca de um milhão de toneladas de plásticos, mas apenas 20% dele foram reciclados.

Ainda assim, o Brasil ocupa o quarto lugar em reciclagem mecânica, ficando atrás da Alemanha, Áustria e Estados Unidos. Um ponto a nosso favor é o fato de a reciclagem no país ser espontânea, enquanto na Europa, por exemplo, a prática é impositiva e regulada por legislações rígidas e custosas para população.

Usina verde

Mesmo espontânea, a reciclagem do plástico não é simples e, por isso, não atrai tantos catadores como os de alumínio (latinha), por exemplo. O plástico é muito leve, difícil de coletar, especialmente as sacolas. Além disso, deve ser separado por cor e tipo antes de ser vendido, já que os sacos não podem ser reciclados juntos. Tudo isso dificulta sua reciclagem em massa.

A solução apontada pelo presidente da Plastivida é a reciclagem energética. Plástico sendo transformado em energia, assim como o lixo orgânico. “As usinas de recuperação energética são uma solução para o lixo no Brasil”, acredita Esmeraldo. O conteúdo energético do plástico é igual ao do óleo diesel e superior ao da gasolina. Assim, um litro de óleo diesel produz a mesma energia que um quilo de plástico. Retira-se todo lixo reciclável com valor de mercado. O material orgânico e o plástico vão para uma “usina verde”, transformando-se em energia elétrica para casas e até mesmo indústrias.

No Brasil, existe apenas a Usina Verde que transforma plástico e lixo orgânico em energia. A experiência-piloto localiza-se no campus do Fundão da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Segundo Francisco Esmeraldo, o Japão possui cerca de 200 usinas de reciclagem energética e a Suíça, que é do tamanho do estado do Rio de Janeiro, tem 25 usinas.

A técnica em química Cristiana Passinato frisa que o lixo pode ser revertido em dinheiro e insumos para outros produtos. “As alternativas precisam ser incentivadas. Acredito que em 20 anos, ou até menos, teremos tecnologias mais inteligentes para resolver o problema do plástico”, prevê. Para ela, no entanto, a educação ambiental ainda é o cerne da questão.

Fonte: https://www.fiojovem.fiocruz.br/os-tres-rs-da-preservacao

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Taxadas como uma das grandes vilãs do meio ambiente neste início de século, as sacolas plásticas se amontoam nos lixões do país, bóiam nos nossos mares e rios ou se espalham pelas ruas das cidades. Afinal, o que você faz com a sacola plástica do mercado?

Para movimentar a discussão, surgiram os plásticos oxibiodegradáveis, com a promessa de se decomporem em até 18 meses. Eles chegaram ao mercado como a solução de todos os problemas ambientais, mas são seriamente criticados e postos à prova pelos especialistas, incluindo fabricantes dos plásticos tradicionais.

O professor de engenharia ambiental da Escola Politécnica da UFRJ Haroldo Mattos de Lemos, é enfático ao dizer que não existe plástico oxibiodegradável. “Não é biodegradável porque não entra em nenhum processo biológico. Eles usam aditivos que fazem com que o plástico se esfarele rápido, mas ele não se degrada totalmente. O nome é impróprio”, observa Lemos, que preside Instituto Pnuma Brasil. Haroldo de Lemos lembra que em fevereiro deste ano, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) editou nova norma sobre as nomenclaturas dos plásticos com objetivo de determinar o que é realmente biodegradável.

Presidente do Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos (Plastivida), o engenheiro químico Francisco de Assis Esmeraldo informa que foi assinado um compromisso com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) para que os estabelecimentos de todo país só comprem sacolas plásticas aprovadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (InMetro). Ele também reforça a inexistência do tal plástico oxibiodegradável.

Um produto químico quebra a estrutura molecular, tornando o material degradável. Esse processo se faz com a presença do oxigênio, por isso o nome “oxi”, pois é um processo de oxidação. No caso do suposto oxibiodegradável, as fábricas colocam aditivos na fórmula do plástico que quebram as cadeias moleculares mais rapidamente. “É como se você colocasse a sacola no triturador. Ela permanece na natureza como pó, com as mesmas características e levará as mesmas centenas de anos para se degradar”, explica Esmeraldo.

Já na biodegradação todo material é transformado em CO2 e água. O engenheiro químico observa ainda que a palavra “biodegradável” é muito sedutora e que os fabricantes se valem desse jogo de palavras para iludir a população.

Poluição invisível

Você pode perguntar: mas não é bom que o plástico suma? Depende. Os aditivos usados para catalisar o processo de “degradação” são, geralmente, compostos por metais de transição ou metais pesados que têm um impacto ambiental sério. “Ninguém sabe exatamente os impactos que o plástico oxibiodegradável acarretará, mas ele foi lançado como a salvação da lavoura”, critica a técnica em química Cristiana Passinato.

Para ela, o pior é o resíduo dos catalisadores químicos usados na aceleração do processo de decomposição. “Nos lixões, por exemplo, o solo é contaminado por esses metais pesados, assim como os arredores. Esta questão é ignorada e jogada para debaixo do pano. O impacto tem que ser citado e esses aditivos devem ser substituídos”, alerta.

“O problema não é mais visto, mas ele continua lá”, observa Haroldo Mattos de Lemos, presidente do Instituto Pnuma Brasil. O grande apelo dos fabricantes desse tipo de plástico é a possibilidade de desaparecimento em um ano e meio, e não mais em séculos, que gera uma sensação de solução. O possível desaparecimento pode acirrar o consumo indiscriminado do plástico. “Pensa-se unitariamente, e se esquece do montante acumulado com o tempo”, alerta Cristiana Passinato.

Um ponto levantado por Haroldo de Lemos e que pode parecer controverso é que se o plástico degradar rapidamente, liberando gases que acentuam o efeito estufa, ele contribuirá para o aquecimento global e mudanças climáticas, problemas ambientais imediatos e atuais. Desta forma, o plástico oxibiodegradável mais uma vez não pode ser visto como tão benéfico assim. “Quanto mais esse processo de decomposição demorar, menos emissões ocorrerão”, conclui Haroldo de Lemos.

Fonte: https://www.fiojovem.fiocruz.br/afundando-em-plastico

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Confira meu artigo publicado na Revista Aleph da UFF!

Química acessível

Capa com fundo amarelo intenso e letras em azul escuro, no canto esquerdo o logo da revista com o ano 2020 e o número 35 da edição Ao lado do logo, centralizado, o nome do periódico: REVISTALEPH, em letras grandes.  Sob o nome, em letras menores a frase: Vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Educação - UFF Mais abaixo o ISSN: 1807 6211.  Abaixo, parte do título do dossiê da publicação centralizado: Caminhos para a Inclusão.  O restante do título encontra-se em um grande quadrado azul escuro que toma boa parte da capa, preenchido por letras brancas enfileiradas e dispostas de forma aleatória. Destacadas em vermelho, estão as palavras do restante do título:  Tecnologia, em diagonal Inovações, cruzando a palavra tecnologia na interseção com a letra o Interculturalidade na penúltima série de letras.  Abaixo do quadrado azul, no fundo amarelo, em letras azuis, centralizado, está o endereço:  Rua Professor Marcos Waldemar de Freitas Reis, s/n Bloco D - Faculdade de Educação - sala 536.  Telefone: 55(21) 26202706  E-mail:aleph.ese@id.uff.br Instagran:@revistaleph Facebook: https//www.facebook.com/revistaleph

Publicado

2020-12-30

Palavras-chave:

Surdos. Políticas Afirmativas. Cotas.

Resumo

O artigo discutirá possíveis embates ocorridos e soluções geradas para o ingresso e permanência de Surdos na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Serão confrontadas informações, tais como: alguns números oficiais (PR1/DRE-DIRAC) e situações acerca do discente Surdo matriculado em disciplinas no Instituto de Química somente a partir de 2018-1. Este aluno durante o intervalo de 2018 e 2019 permaneceu sob a avaliação e acompanhamento da autora. É importante ainda salientar que foi escolhido o recorte temporal de 2018 e 2019 por se tratar de quando iniciaram as políticas afirmativas por deficiência advindos do processo seletivo dos sistemas SiSU e ENEM.

Fonte: https://periodicos.uff.br/revistaleph/article/view/45729

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